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Comentários / Banco do Brasil - Escriturário - CESGRANRIO - 2012 - Prova Objetiva


Afinal, existe sorte e azar?

                  No fundo, a diferença entre sorte e azar está no
         jeito como olhamos para o acaso. Um bom exemplo
         é o número 13. Nos EUA, a expedição da Apollo 13
         foi uma das mais desastrosas de todos os tempos,
5      e o número levou a culpa. Pelo mundo, existem
         construtores que fazem prédios que nem têm o 13.º
         andar, só para fugir do azar. Por outro lado, muita
         gente acha que o 13 é, na verdade, o número da sorte.
         Um exemplo famoso disso foi o então auxiliar técnico
10    do Brasil, Zagallo, que foi para a Copa do Mundo
         de (19)94 (a soma dá 13) dizendo que o Mundial ia
         terminar com o Brasil campeão devido a uma série
         de coincidências envolvendo o número. No final,
         o Brasil foi campeão mesmo, e a Apollo 13 retornou
15    a salvo para o planeta Terra, apesar de problemas
         gravíssimos.
                  Até hoje não se sabe quem foi o primeiro sortudo
         que quis homenagear a sorte com uma palavra só
         para ela. Os romanos criaram o verbo sors, do qual
20    deriva a “sorte” de todos nós que falamos português.
         Sors designava vários processos do que chamamos
         hoje de tirar a sorte e originou, entre outras palavras,
         a inglesa sorcerer, feiticeiro. O azar veio de um pouco
         mais longe. A palavra vem do idioma árabe e deriva
25    do nome de um jogo de dados (no qual o criador
         provavelmente não era muito bom). Na verdade, ele
         poderia até ser bom, já que azar e sorte são sinônimos
         da mesma palavra: acaso. Matematicamente, o acaso
         – a sorte e o azar – é a aleatoriedade. E, pelas leis
30    da probabilidade, no longo prazo, todos teremos as
         mesmas chances de nos depararmos com a sorte.
         Segundo essas leis, se você quer aumentar as suas
         chances, só existe uma saída: aposte mais no que
         você quer de verdade.

Revista Conhecer. São Paulo: Duetto. n. 28, out. 2011, p. 49. Adaptado.

Questão:

O verbo entre parênteses está conjugado de acordo com a norma-padrão em:

Resposta errada
a)

Desse jeito, ele fale a loja do pai. (falir)

Resposta errada
b)

O príncipe branda a sua espada às margens do rio. (brandir)

Resposta errada
c)

Os jardins florem na primavera. (florir)

Resposta errada
d)

Eu me precavejo dos resfriados com boa alimentação. (precaver)

Resposta correta
e)

Nós reouvemos os objetos roubados na rua. (reaver).

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